Sábado 19 de Outubro de 2019

Movimento Operário

PROFESSORES PELA BASE

Professores pela Base no ato do Sepe no Rio de Janeiro

30 Jul 2014   |   comentários

No dia 24/07, Marcio Barbio, diretor da APEOESP pela Chapa 4 – Oposição Alternativa, e militante do Professores pela Base, esteve no ato convocado pelo Sepe, Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, em defesa do direito de greve.

Contra a repressão, pela unidade de todos os professores e apoio àgreve da USP

No dia 24/07, Marcio Barbio, diretor da APEOESP pela Chapa 4 – Oposição Alternativa, e militante do Professores pela Base, esteve no ato convocado pelo Sepe, Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, em defesa do direito de greve. Em sua fala, Marcio ressaltou como os ataques que os professores do Rio de Janeiro estão sofrendo, tendo inclusive professores presos, não é diferente dos sofridos pela categoria em São Paulo. Assim, é preciso encarar uma primeira tarefa de lutar em defesa de todos os perseguidos, libertar todos os presos, como os professores e militantes do RJ e Fábio Hideki, funcionário e estudante da USP e pela readmissão dos 42 metroviários. Também colocou a necessidade de lutar unificadamente em defesa da greve da USP e das universidades estaduais paulistas, e contra a ameaça de corte de ponto , dizendo que estas são tarefas que os Encontros regionais e Encontro Nacional de Educação (ENE), que ocorrerá entre os dias 8 e 10 de agosto no Rio de Janeiro, deveriam encampar.

Desde já as posições que os mandatos do Professores pela Base mantêm na diretoria da APEOESP estão àserviço da luta de classes, como a greve da USP, pela unidade de todos os trabalhadores da Educação, contra a repressão, e àserviço de recuperar os sindicatos das mãos da burocracia. Por isso, na primeira reunião da nova diretoria eleita da APEOESP, propusemos que fosse tomada como prioridade uma campanha em defesa de todos os presos por lutar, contra a ameaça de repressão e corte de pontos àgreve da USP, como parte da mobilização da própria categoria dos professores estaduais de SP. Mas a reunião se dedicou apenas a discutir as liberações dos diretores, dentre outras questões similares, passando absolutamente por fora de qualquer iniciativa para rodear a greve da USP ou os professores do RJ de solidariedade, ou mesmo de organizar uma luta séria contra os ataques da minuta. É por isso que seguimos percorrendo as escolas das regiões onde atuamos, para defender a necessidade de uma nova prática política, que retome o sindicato das mãos da burocracia e o recoloque novamente a serviço da luta de classes.

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