Palavra Operária Nº 022

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Nacional

As contradições da democracia dos ricos e os desafios da vanguarda

Por: Rodrigo Manne , Thiago Flamé A campanha eleitoral se inicia no Brasil (ainda que não oficialmente) num momento marcado por fortíssimas contradições no cenário político. Por um lado um governo fortalecido, Lula com chances concretas de se eleger em primeiro turno e com apoio de um amplo setor das massas.

A esquerda e as eleições

É necessário um combate por uma verdadeira frente classista

Por: Marcelo Tupinambá , Thiago Flamé O cenário eleitoral começa a se fechar e se colocam desafios cada vez maiores para a esquerda. O acordo entre o PSOL, PSTU e PCB foi somente um primeiro importante passo para a constituição de uma verdadeira frente classista nas eleições.

As greves em curso abrem o caminho

Unificar as lutas para retomar a ofensiva

Por: Jaime Caribé Nos últimos dois meses, em diversos estados e cidades do país, vimos greves e mobilizações que atravessam todos os setores da classe trabalhadora, desde o funcionalismo público, passando pela construção civil e alcançando os grandes batalhões operários como a Volkswagem e a GM.

O que significa a queda das Bolsas

Por: Juan Chingo Desde 2003 a economia mundial vinha crescendo fortemente. Os Estados Unidos, atuando como grande comprador em última instância e a China como “oficina manufatureira mundial†, deram lugar a um “círculo vicioso†de crescimento a nível global – incluindo os produtores de matérias-primas, como os latino-americanos – não visto nas últimas duas décadas.

Brasil: a falácia dos “fundamentos sólidos†da economia

Por: Simone Ishibashi O mais simples anúncio de possibilidade de mudança na tendência da economia mundial desnudou a debilidade estratégica da economia nacional, que apesar de ter crescido a índices mais modestos se comparada a de outros países da América Latina, manteve ao longo dos últimos anos uma relativa estabilidade.

Movimento Operário

Fundamentos para a construção de uma corrente

Por: Rodrigo Manne Infelizmente, a experiência com o primeiro governo de Lula, apesar dos ataques neoliberais e do escândalo do mensalão, não foi suficiente para que uma massa mais ampla de trabalhadores (que no Brasil significa necessariamente centenas de milhares, ou milhões) rompesse com as ilusões de que votando no PT poderiam ter atendidas minimamente suas aspirações por mudanças.

Terceirizados

A luta em defesa dos terceirizados na USP

Os trabalhadores e estudantes da USP têm dado um exemplo para o conjunto da classe trabalhadora de como se deve enfrentar o processo de terceirização, uma das principais expressões da ofensiva neoliberal que passou a vigorar a partir da década de 90.

Partido

As bases para a construção do Partido Revolucionário no Brasil

Por: Edison Salles , Thiago Flamé Nossa pequena organização brasileira, que consideramos uma liga marxista de propaganda e ação, a Liga Estratégia Revolucionária – Quarta Internacional, se orgulha de pertencer à Fração Trotskista – Quarta Internacional, uma corrente internacional que conta com partidos e organizações na Argentina, na Bolívia, no México, no Chile e na Europa.

Carta do PCROL-Itália às direções da LIT-CI e FT-CI

Nas últimas semanas Juan Chingo esteve presente, como membro da direção nacional do PTS e em nome da Fração Trotskista pela Quarta Internacional, no ato de lançamento do Projeto Comunista Refundar a Oposição dos Trabalhadores (PCROL) em Roma.

Juventude

Universidades estaduais paulistas

Reajuste salarial, mais verbas para educação e democracia na universidade

Por: Marília Rocha , Mazé Cutinhola Depois das fortes greves por reajuste salarial em 2000 e 2004; e depois da greve por mais verba para a educação em 2005; mais uma vez os trabalhadores da USP, Unesp e Unicamp, em aliança com os estudantes, se mobilizam para fazerem valer suas reivindicações, movimento este que teve inicio no dia 8 de junho.

Universidades estaduais paulistas

Uma luta difícil, mas que confronta um inimigo debilitado

Uma definição que devemos ter clara a cada momento é a de que, ao lutarmos por mais verbas para a educação, estamos de fato lutando contra uma das principais expressões de quase duas décadas de ofensiva neoliberal, pois um dos pontos em que toda a classe dominante tem se unificado desde a década de 90 é em torno aos cortes nos chamados “gastos sociais†(saúde, educação, moradia, transporte etc.) de modo a sobrar dinheiro para enriquecer ainda mais banqueiros e (...)

Universidades estaduais paulistas

Construamos a unidade pela base entre trabalhadores e estudantes

A chave para fortalecer o movimento está em potencializar ao máximo as iniciativas de unificação entre funcionários e estudantes (e ainda em bem menor medida professores) que começaram a se dar.

Universidades estaduais paulistas

Lutemos pela unificação com os demais setores da classe trabalhadora e do povo pobre

Não podemos ficar isolados dentro dos muros das universidades. A luta por mais verbas para a educação precisa ser assimilada por setores mais amplos da população.

A Plenos Pulmões por um novo movimento estudantil!

O Movimento A Plenos Pulmões surge para contribuir na construção de um novo movimento estudantil (ME) no país, que seja capaz de retomar o que de melhor deu o ME em sua história e atualmente, para romper com a lógica que nos foi imposta nos últimos 25 anos.

O governismo avança nas eleições estudantis

Um primeiro balanço para retomar o espaço

Por: Rafael Del Há dois anos, o DCE da UFRJ convocava o “I Encontro Nacional Contra a Reforma Universitária†, a partir de então, começava a construção de uma Coordenação Nacional de Lutas dos Estudantes.

Teoria

Fragmento de documento nacional da Liga Comunista Internacionalista, 1933

O processo histórico fundamental do capitalismo caracterizou-se pela expropriação das camadas populares: a acumulação primitiva do capital manifestou-se pela separação violenta do trabalhador dos seus meios de trabalho.

Segundo Marx...

O salário e o lucro capitalista

Em nossa sociedade, a ampla maioria da população não conta com capital para investir, nem meios de produção, nem nada que lhe permita subsistir; a não ser seus braços, seu corpo e seu cérebro. Esta capacidade de trabalhar, no capitalismo chama-se força de trabalho e os trabalhadores devem vendê-la constantemente no mercado em troca de um salário.