Palavra Operária Nº 016

CONTATO ler-qi@palavraoperaria.org

Nacional

Entrevista: Mazé e Rocha, delegados de base SINTUSP/SP

"O projeto de reforma que foi enviado pelo governo ao parlamento é um brutal ataque à classe trabalhadora. Limita o direito de greve e criminaliza os piquetes. Ataca os sindicatos, destruindo a autonomia sindical ao delegar ao Ministério do Trabalho e à cúpula das centrais o poder de decidir quem 'representa' ou não cada categoria, podendo inclusive criar sindicatos paralelos."

Mulheres trabalhadoras e sua força de luta

Por: Miriam Rouco Atualmente nós mulheres somos mais da metade da população mundial e maioria nos índices de pobreza, analfabetismo e desemprego. Vivemos em um sistema de opressão e exploração que nos coloca grandes obstáculos contra nossa organização.

Chamado àformação de um pólo classista, antigovernista e antiburocrático

Por: Daniel Matos Os ataques de Lula à classe trabalhadora, que vão desde a reforma previdenciária até a manutenção do desemprego para milhões e milhões de trabalhadores, passando pelo terrível arrocho salarial e pelas condições cada vez mais precárias de trabalho, têm provocado, ainda que de forma inicial, um sentimento de desilusão e indignação.

Contra os políticos e partidos da burguesia

Necessitamos de um Partido Operário Independente

Por: Thiago Flamé Os patrões, diariamente, fazem política para nos explorar mais e melhor. Eles contam com seus próprios partidos e com toda uma máquina, que inclui imprensa própria, televisão etc. Tudo para defender seus interesses que, eles sabem muito bem, são opostos aos nossos.

A política do PSTU para a Conlutas é um entrave para que ela possa cumprir um papel de vanguarda

Desde a fundação da Conlutas, o PSTU, que é a corrente que a dirige nacionalmente, teve como eixo de sua política o chamado a que os sindicatos que compõem a Conlutas se desfiliem da CUT, sob a alegação de que ela estaria morta.

Internacional

Cai mais um presidente na América do Sul

Viva o levante do povo equatoriano!

No dia 20 de abril, após duas semanas de manifestações massivas do que ficou conhecido como movimento dos “foragidos†, caiu o presidente do Equador, Lucio Gutiérrez, assumindo o vice Alfredo Palacio. Gutiérrez é o terceiro presidente equatoriano derrubado por manifestações populares em apenas oito anos.