Juventude

Na Filosofia-UFMG os estudantes votaram pela continuidade de uma entidade militante

06 Dec 2014   |   comentários

A Chapa Outros Junhos Virão (independentes, Pão e Rosas e Juventude à s Ruas) venceu as eleições do CAFCA. Mostra o que a burocracia estudantil petista quer esconder: os estudantes apóiam entidades militantes e democráticas! Nas eleições de 2013 derrotamos a chapa do PT, que abandonou o espaço na gestão proporcional que implementamos, se desmoralizando frente aos estudantes, nem formando chapa neste (...)

A Chapa Outros Junhos Virão (independentes, Pão e Rosas e Juventude às Ruas) venceu as eleições do CAFCA. Mostra o que a burocracia estudantil petista quer esconder: os estudantes apóiam entidades militantes e democráticas! Nas eleições de 2013 derrotamos a chapa do PT, que abandonou o espaço na gestão proporcional que implementamos, se desmoralizando frente aos estudantes, nem formando chapa neste ano. Fortalecendo um projeto de Movimento Estudantil independente dos governos, reitoria e aliado aos trabalhadores.

Na UFMG organizamos os estudantes para ir às manifestações contra o aumento das passagens, contra a PM e a utilização do campus para a Copa, prestando solidariedade às greves através do comitê de solidariedade aos trabalhadores votado em assembléia e organizando atividades de combate as opressões.

Na próxima gestão levaremos a campanha pela abertura das informações sobre matrícula e currículo exigindo democracia (cada cabeça um voto) nas decisões do curso. A burocracia do departamento não concederá com facilidade nos exigindo mobilização. Também buscaremos fazer com que as secretarias se tornem referências como a de mulheres e LGBT. Na campanha mostramos como o questionamento dos problemas como: más condições da estrutura, produtivismo e falta de assistência estudantil reproduz e se aproveita das opressões da sociedade.

Organizar os estudantes para questionar o caráter da universidade, seu regimento herdeiro da ditadura, lutando pelo fim do vestibular, pelo fim da terceirização (e a efetivação dos terceirizados), pelo fim da estrutura de poder e para colocar a universidade a serviço dos trabalhadores, dos explorados e oprimidos é o caminho para colocar o M.E como ator nacional, revolucionar a universidade e lutar pelas demandas de toda população, que Dilma, aliada àdiversos setores reacionários, desde a campanha – e agora mostra nas ações – não concederá.

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