Internacional

G7 ameaça quem não respeitar o cessar-fogo na Ucrânia

17 Feb 2015 | Os países membros do G7 mostraram na sexta-feira (13) seu respaldo ao acordo de paz assinado em Minsk para conseguir um cessar-fogo na Ucrânia e ameaçaram com novas sanções a quem não o respeite, segundo um comunicado conjunto revelado pela Presidência francesa.   |   comentários

Os países membros do G7 mostraram na sexta-feira (13) seu respaldo ao acordo de paz assinado em Minsk para conseguir um cessar-fogo na Ucrânia e ameaçaram com novas sanções a quem não o respeite, segundo um comunicado conjunto revelado pela Presidência francesa.

Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos mostraram seu respaldo ao acordo alcançado na madrugada de quinta passada por Ucrânia e Rússia sob o auspício do presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel.

Este acordo "abre a via a uma resolução global, duradoura e pacífica" do conflito no leste da Ucrânia, indicaram.

"Entretanto, o G7 está preocupado pela situação na Ucrânia, em particular pelos combates em Debaltsev, onde as milícias separatistas apoiadas pela Rússia atuam pra além das linhas de contato combinadas no tratado de Minsk de setembro de 2014 (e estão) provocando numerosas vítimas civis", assinalaram.

Os sete países mais desenvolvidos exigiram "de todas as partes o respeito estrito às disposições" do acordo de Minsk e pediram que se adote suas medidas o quanto antes, em particular o cessar-fogo que deve entrar em vigor no próximo domingo.

"Todas as partes devem abster-se nos próximos dias de ações que possam impedir o início do cessar-fogo", assinalaram.

Do contrário, indicaram, "o G7 está disposto a adotar medidas apropriadas contra quem viole" este acordo, em particular o cessar-fogo e a retirada das armas pesadas.

Estas medidas "podem aumentar o custo para eles", disseram.

Os países do G7 condenaram "uma vez mais" a anexação ilegal da Crimeia por parte da Rússia "que constitui uma violação do direito internacional".

Ao mesmo tempo, mostraram seu respaldo ao acordo alcançado entre Kiev e o Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre um crédito para um programa de reforma econômica e prometeram "uma assistência financeira àUcrânia".

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