Movimento Operário

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Fortalecer a campanha contra a repressão aos lutadores na USP e no país!

13 Dec 2013   |   comentários

O SINTUSP é um dos sindicatos mais atacados do país, toda sua diretoria, além de muitos ativistas, está sendo processada.

A burguesia brasileira já se prepara para a Copa de 2014 intensificando a repressão aos que lutam. Teme como a um pesadelo que o momento em que os olhos do mundo se voltarão para o país esteja atravessado por fortes greves como as dos trabalhadores da construção civil no último período, ou dos professores do Rio de Janeiro recentemente, ou cruzadas por manifestações massivas com as de junho, que têm tudo para ser retomadas. Por isso endurece as leis contra os lutadores, por isso toma medidas de ultradireita como a recente condenação a 5 anos de prisão de um morador de rua carioca preso nas manifestações com uma garrafa com produtos para limpar para-brisas.

O SINTUSP é um dos sindicatos mais atacados do país, toda sua diretoria, além de muitos ativistas, está sendo processada. Segue a luta pela reintegração de Brandão, demitido político do governo Serra quando já era diretor sindical, uma campanha que no próximo ano queremos retomar com toda força, com o objetivo concreto de impor sua reintegração. Agora novos processos pedem a demissão de Marcelo Pablito, Diana Assunção, Neli Wada e Solange Veloso, por apoiarem a heroica greve das trabalhadoras terceirizadas da HIGILIMP contra os atrasos de pagamentos. Mesmo nas unidades de ensino, os novos ativistas enfrentam medidas de perseguição, como transferências arbitrárias de setor, como vem acontecendo com Bruno Gilga. Ao mesmo tempo, o movimento estudantil é alvo de um discurso reacionário, de criminalização da recente greve e da luta pela democratização da universidade.

É preciso fortalecer a luta contra a repressão na USP, para barrar todas estas medidas e fazer dela um bastião para a luta contra a repressão e a criminalização dos movimentos sociais em todo o país!

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