Internacional

JORNADA NACIONAL DE LUTA POR LEAR

Começou a jornada nacional de luta contra as demissões em Lear e todas as fábricas

08 Jul 2014   |   comentários

Assim, superando a tentativa da polícia de Buenos Aires de impedi-los, organizaram-se piquetes em todos os acessos, e a fábrica de autopeças Lear se encontra hoje paralisada.

(Gral. Pacheco, 8/7, 5:30 hs.) Apesar do enorme operativo policial do governo nacional e do município de Buenos Aires, os trabalhadores de Lear, junto a organizações solidárias, decidiram a não entrada na planta da fábrica pelo conjunto dos trabalhadores, já que a empresa segue negando a entrada dos delegados sindicais, sem nenhuma ordem judicial, com o fim de impedir que impulsionem paralisações contra as 100 demissões e as 100 suspensões sem recebimento de salário. Assim, superando a tentativa da polícia de Buenos Aires de impedi-los, organizaram-se piquetes em todos os acessos, e a fábrica de autopeças Lear se encontra hoje paralisada.

Os trabalhadores receberam ontem o apoio da CGT através de uma declaração assinada por Hugo Moyano, Omar Plaini e Julio Piumato.

Hoje se fez presente na porta da fábrica o deputado nacional Facundo Moyano, dirigente do Sindicato de Trabalhadores dos pedágios, junto aos deputados da Frente de Esquerda Christian Castillo e Nestor Pitrola. Participaram também agrupações sindicais como os professores do SUTEBA Tigre, trabalhadores de outras empresas e centros acadêmicos.

A partir das 7 horas começarão os cortes de rodovia e acessos na Panamericana, Puente Pueyrredón, Rosário, Córdoba, Tucumán, Mendoza, Jujuy e outras províncias.

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