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Christian Castillo acompanhará a mobilização de estatais e docentes de La Plata

05 Mar 2014   |   comentários

O deputado da Frente de Esquerda e dirigente do PTS, Christian Castillo, se fará presente hoje na mobilização convocada pelas organizações gremiais da CTA, em rechaço à proposta salarial apresentada pelo executivo provincial.

O deputado da Frente de Esquerda e dirigente do PTS, Christian Castillo, se fará presente hoje na mobilização convocada pelas organizações gremiais da CTA, em rechaço àproposta salarial apresentada pelo executivo provincial. A respeito, Castillo assinalou: “A oferta salarial realizada nas datas-base é uma confirmação de que o Governo de Scioli, em sintonia com o nacional, pretende impor um ajuste aos trabalhadores. Enquanto destinam milhões para indenizar os saqueadores da Repsol, o plano para conter a crise é desvalorização, inflação e tetos salariais†.

O deputado da FIT assinalou ademais que “apresentamos na Legislatura um conjunto de projetos que apontam a instalar uma agenda dos trabalhadores. Entre outros, queremos debater em recinto um aumento de emergência de $3.000 para todos os estatais e docentes, o 82% móvel para os aposentados, um salário mínimo igual àcesta básica familiar, junto com a proibição de suspensões e demissões. Mas entendemos que é mediante a luta e a mobilização dos trabalhadores que se poderá parar este ajuste em curso, por isso, ademais dos projetos apresentados, as bancadas da Frente de Esquerda estão a serviço de fortalecer a mobilização nas ruas."

Da mesma forma, o dirigente voltou a remarcar que “pretendem fazer passar o ajuste com repressão, como vimos nos cortes que realizamos na jornada nacional de luta pela absolvição dos petroleiros de Las Heras. Denunciamos a crescente repressão e o aumento da criminalização do protesto social,†concluiu Castillo.

Finalmente, e em referência àabertura das sessões legislativas que terá lugar esta tarde, o deputado assinalou que “seguramente escutaremos um discurso do governador, de elogios aos empresários, pautas de ajuste aos trabalhadores, àsaúde e àeducação, e ataques àqueles que saímos a lutar, como fez Cristina Kirchner no Congresso†. Estaremos no recinto para colocar uma agenda oposta àdo oficialismo e da oposição de Massa, que é de maior ajuste e repressão. Pelo contrário, nossas bancadas refletirão uma agenda dos trabalhadores por suas demandas†.

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