Quarta 18 de Setembro de 2019

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As máscaras dos políticos burgueses e dos aliados de Dilma é que devem ser arrancadas!

11 Sep 2013   |   comentários

Desde as manifestações de junho e das paralisações de trabalhadores de julho e agosto, a democracia degradada de Dilma e do PT e suas negociatas com os demais partidos da base aliada, mostram que esta democracia dos ricos é uma grande fachada para fazer do Estado um grande balcão de negócios da burguesia. Aliados de Dilma (PT) e aliados de Aécio Neves (PSDB) estão imersos em casos de corrupção (...) Esses mesmos parlamentares burgueses não (...)

Desde as manifestações de junho e das paralisações de trabalhadores de julho e agosto, a democracia degradada de Dilma e do PT e suas negociatas com os demais partidos da base aliada, mostram que esta democracia dos ricos é uma grande fachada para fazer do Estado um grande balcão de negócios da burguesia. Aliados de Dilma (PT) e aliados de Aécio Neves (PSDB) estão imersos em casos de corrupção: mensalão e o desvio de verbas do metrô da cidade de São Paulo. Enquanto isso, oferecem como suposta grande conquista o fim do voto secreto no parlamento, quando este não passa de uma medida cosmética dentro do regime burguês. Esses mesmos parlamentares burgueses não tiveram a vergonha de aprovar no Rio de Janeiro um projeto de lei que proíbe o uso de máscaras em protestos. Mais uma tentativa criminalizar e reprimir a juventude que sai às ruas. Esses parlamentares e seus governos burgueses utilizam-se de uma das polícias mais assassinas do mundo para manter e guardar seus negócios, que só existem com base àcorrupção e exploração dos trabalhadores.

Apenas uma perspectiva independente dos governos, classista e revolucionária pode lutar contra a repressão e pelos direitos da juventude sem cair nos engodos desses senhores e senhoras. Essa nunca foi a perspectiva de uma organização como o COPAC (Comitê dos Atingidos pela Copa), dirigido pelas Brigadas Populares, aliada de Dilma nos movimentos sociais que, no dia 25 de junho, assinou um acordo com o governador tucano Anastasia, permitindo que esse justificasse a repressão ao aceitarem a legitimação da ação policial (como foi assinado no documento acordado entre eles) aos setores da linha de frente dos atos, composta por milhares de jovens. Esse acordo levou que essa organização dividisse a manifestação de 26 de junho, levando consigo inclusive setores da esquerda antigovernista como o PSTU e o PSOL, deixando para trás milhares de jovens que mais uma vez se enfrentaram com a polícia e foram duramente reprimidos.

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