Artigos Externos

CONTATO ler-qi@palavraoperaria.org

Boletim Movimento Classe Contra Classe - Março 2010

Voz do trabalhador/a

Nossa paralisação começou por conta dos salários atrasados, vale alimentação, condução, horas extras e folgas trabalhadas. Depois disso a empresa ainda queria parcelar nossos salários!

OS TRABALHADORES FRANCESES MOSTRARAM O CAMINHO

Não ao fechamento da Phillips Mauá!

A fábrica da Philips-Mauá anunciou seu fechamento no último mês e a conseqüente demissão de 475 trabalhadores.

READMISSÃO Jà !

Basta de demissões na SABESP!

Por: Cícero Aurélio Nós trabalhadores da Sabesp, há anos vimos lutando contra os ataques e desmandos dos seguidos governos tucanos (PSDB), contra seus projetos privatistas (como a PPP no Alto-Tietê), a brutal terceirização e precarização na categoria, os arrochos salariais e retirada de direitos.

MULHER TRABALHADORA

Pelos direitos da mulher trabalhadora, nos organizar desde a base!

Por: Diana Assunção Já não é mais novidade pra ninguém que as trabalhadoras são as que vivem as piores condições de trabalho, são maioria entre os precarizados, recebem os menores salários e ainda por cima são as que garantem as responsabilidades domésticas depois das intensas jornadas de exploração.

UNIDADE DAS FILEIRAS OPERÃ RIAS

Todo apoio aos lutadores da Personal na USP!

No início do mandato do “reitor boa onda†, as péssimas condições de trabalho a que estão submetidos os trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da universidade voltou a explodir.

UNIDADE DAS FILEIRAS OPERÃ RIAS

A REItoria promove a farra da terceirização para melhor explorar os trabalhadores!

Na USP vemos a verdadeira face racista e elitista de uma das maiores universidades da América Latina que segue a serviço dos exploradores que enriquecem a custa do trabalho semi-escravo, dos contratos com as fundações privadas.

CONTRA A PRECARIZAÇÃO, UNIDADE DAS FILEIRAS OPERà RIAS!

Avançar na luta pela unidade dos efetivos, terceirizados e temporários!

A fragmentação de nossa classe em efetivos terceirizados, temporários é fruto da ofensiva da burguesia nos anos 90, atacando salários e direitos, permitindo que trabalhadores de uma mesma empresa ou ramo de produção fossem divididos em trabalhadores de 1º e 2º classe.

ENCHENTES

"Catástrofes naturais" fruto do Descaso e da Miséria Capitalista

As enchentes dos últimos anos atingiram vários estados brasileiros como Santa Catarina, Maranhão, e São Paulo e deixam cada vez mais evidente a profunda desigualdade social de nosso país.

O NOVO REITOR DA USP: Diálogo para dividir, polícia militar para disciplinar

Por: Marcelo (Pablito) Santos, diretor do Sintusp Depois de uma greve universitária reprimida com a entrada da polícia militar na USP e em meio a um ano eleitoral, a gestão de Rodas tem um grande papel a cumprir para o governo do Estado e o PSDB.

NECESSITAMOS DE UMA LUTA UNIFICADA!

Os professores àfrente na luta do funcionalismo!

O governo Serra vem ano após ano atacando todos os setores do funcionalismo público estadual com os mesmos planos: terceirização, precarização, arrocho salarial, ataques à organização sindical e ao direito de greve dos trabalhadores, repressão, perseguição política e demissões.

MOVIMENTO CLASSE CONTRA CLASSE

Quem somos e porque lutamos

O Movimento CLASSE contra CLASSE surge da revolta de jovens, mulheres, trabalhadores efetivos e terceirizados, que não se contentam com o presente e o futuro que os capitalistas nos traçaram!!

A LUTA DE KRAFT-TERRABUSI

Comissões Internas, esquerda classista e “vazio†de representação sindical

Por: Paula Varela[1] y Diego Lotito - Instituto de Pensamiento Socialista “Karl Marx†O conflito na fábrica Kraft Foods (ex Terrabusi) está sendo o conflito operário industrial mais importante das últimas décadas na Argentina. Em seu desenvolvimento, se transformou em um fato político nacional, incorporando-se na “agenda†diária da CGT, das câmaras empresariais, e até da embaixada norte-americana.

Boletim Movimento Classe Contra Classe nº01

DEPOIMENTOS DOS PROFESSORES E PROFESSORAS EM GREVE

Fala professor(a)!

Acredito que a greve seja sim um instrumento de luta muito forte e que nenhum tipo de pressão ou ameaça deve nos fazer retroceder sem vitória alguma.

OS GOVERNOS E A SITUAÇÃO DOS PROFESSORES

Muito além do Governo Serra...

A política educacional do governo Lula vem se mostrando como uma continuação do ajuste à política neoliberal para a educação iniciada pelo governo FHC.

DEMOCRACIA OPERÃ RIA

Eleger delegados em assembléias de cada escola!

Para não ficarmos como espectadores de nosso destino, temos que desenvolver a democracia nas bases, com assembléias por escola e assembléias gerais que decidam cada passo da greve.

ORGANIZAR A LUTA PELA BASE

Assembléias deliberativas e delegados por escola para decidir os rumos da greve!

Após uma semana de greve, vemos que nosso movimento cresceu, e ao contrário do que diz o governo do estado, existe uma forte simpatia da população ao nosso movimento.

DESVENDANDO A LDB

Expansão sim, precarização não!

A LDB de 1996 trouxe para educação brasileira uma nova realidade. Quem não se lembra das intermináveis filas onde os pais ficavam para conseguir uma vaga para seus filhos e nem sempre eram bem sucedidos?

EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE!

Condições de ensino já!

Nosso salário está há 12 anos sem reajuste. Desde a LDB elaborada por FHC, somada a política atual do Lula e do Governo Serra (ver artigo na contracapa), culminou na miséria escolar vivida cotidianamente por nós.

EDITORIAL

Unidade de efetivos e temporários! Pela efetivação de todos os professores!

Nossa categoria é dividida entre efetivos e temporários (os últimos compõem 48%), ambos realizam o mesmo trabalho, mas os temporários não tem os mesmos direitos.