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1º de maio no Chile

05 May 2012   |   comentários

O Partido dos Trabalhadores Revolucionários (PRT-CcC) marchou levantando as bandeiras de um movimento operário classista e combativo.

Por volta de 200 pessoas marcharam na coluna do Partido dos Trabalhadores Revolucionários em Santiago. Nossa organização esteve presente também em Valparíso, Temuco e Antofagasta. Na Alameda (avenida principal de Santiago), o presidente da central operária (CUT) e dirigente do Partido Socialista, Arturo Martinéz, tomou a palavra para apresentar sua política de diálogo social que se tornou mais descarada com o pacto da CUT com a Confederação da Produção e do Comércio (CPC, agrupa grandes empresários chilenos). Nesse momento, nossas palavras de ordem e discursos irromperam na Alamenda: “Se va a pudrir, se va a acabar/ La burocracia sindical†(vai apodrecer, vai acabar a burocracia sindical).
Tomou a palavra um ex-professor do colégio A-90, que em 2011 foi gerido por estudantes, pais e professores sem interferência de proprietários e diretores. As palavras de ordem seguiram: “Enquanto nas ruas reprimiam com policiais/ Toda a luta do povo de Aysén/ Aqui em Santiago chegavam a um pacto/ A burocracia com a CPC†. A companheira Bárbara Brito, conselheira da Faculdade de Filosofia e Humanidades, e que esteve presente na luta de Aysén, denunciou como o governo pretende enganar os estudantes com suas novas leis. Também o reconhecido MC Zonyko, que em 2011 expressou o mais dinâmico do movimento hip hop, ligando-se diretamente luta, tomou a palavra. Deste modo, nossa organização levantou, no 1º de maio, uma bandeira alternativa tanto àcolaboração com a patronal dos dirigentes oficiais como o “paralelismo†dos que se furtaram de travar a luta política e fizeram um ato a parte na Plaza Brasil.

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